quinta-feira, 20 de outubro de 2011

começo.

Uma verdadeira história , não irá desmornecer se não contar-mos o seu ínicio. O antigo não é felicidade sendo até de ponderar se o passado não será a enciclopédia que carregamos para o resto dos nossos dias e por vezes aquilo que nos prejudica durante a nossa dádiva, fugimos das respostas para não acrescentar-mos definições. Se não me for impingido a lembrar, fujo do calendário, não concordo que seja essencial, na verdade não passa de outra forma de criar novamente uma pauta marcada e tirar espaço às notas soltas, aquelas que provém de sorrisos, de abraços, de sentimentos indescritiveis, sobre isso o relógio não faz música, sobre a felicidade não se marca horário. Nada tem um tempo, a sociedade constrói fases para rotinar a vida da humanidade, preocupamo-nos com o que virá, sem pensar no que se passa agora, agendamos e etiquetamos momentos em vez de os sentirmos, porque contablizar a duração de determinada sensação ? É do conhecimento geral que isso não a fará permanecer por mais tempo, mais facilmente foge de onde tinha encontrado lugar. Peço por irracionalidade, enquanto sou devorada por factos. Procuro o meu lugar, a história acabou de começar.

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