terça-feira, 25 de outubro de 2011
Folha.
Vivemos daquilo que se crê ser correcto, somos por tantas vezes a folha que cambaleia por um trilho desconhecido e tantas outras a que fica presa num ralo de estrada.
Olhamos para o tempo, como direcção para o caminho a percorrer, sem pensar que tal como nós sobre a estrada, o tempo voa.
Quando algo de inesperado acontece e acordamos , soltamo-nos do tronco que nos manteve seguros até então e resolvemos dançar com o vento, deixar que nos sopre para longe , longe daquilo que nos prendeu por tempo indefinido.
Na simplicidade do fresco orvalho, rompesse um novo casúlo, nasce uma nova história, é uma nova aventura, largar o eu, para agarrar o sou e esquecer o serei.
Sorriso, um abraço prolongado, existe vida.
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